todos precisamos de um pouco mais de "positivismo" na nossa vida. alegria, felicidade, humor, algo que nos faça sorrir.

 

o hino não oficial do regresso ao trabalho: “não me apetece fazer nada”, por vasco palmeirim para a rádio comercial.

se quiserem um conselho sobre um bom fime a ver nos cinemas portugueses, a minha sugestão é esta: “Que mal fiz eu a Deus?” fui vê-lo com a minha mãe e irmã e chorámos de tanto rir. nós e todas as outras pessoas da sala.
a história é simples: um casal francês conservador e tradicional, Claude e Marie, têm 4 filhas. 3 delas casam-se com homens que, segundo a visão dos pais, não são os genros ideais. porquê? simples: um é um advogado de origem argelina (alcunha familiar: Arafat), outro é um empresário judeu (aka, Rabi) e outro é um gestor financeiro de origem chinesa (o “Jackie Chan”).por muito que se esforcem, não se conseguem esconder o desconforto que sentem pelo facto de as filhas terem casado com homens tão “modernos e irreverentes” (leia-se, que vão contra os seus preconceitos conservadores).toda a sua esperança está na filha mais nova, ainda solteira. até que anuncia que se vai casar. o noivo é católico, tem trabalho, está muito ligado à família, a família deve também é muito católica e gostam muito de tradição… parece o genro ideal, até que o conhecem e descobrem que ele é africano.a “família Benetton”, como os vizinhos lhes chamam decide sabotar o casamento da irmã, com a ajuda do pai do noivo, que também não aprova o casamento do filho com uma branca. se as coisas já não iam bem, então ainda ficam piores.com imensas piadas sobre famílias modernas, religião, expectativas, multiculturalismo e preconceitos sociais, o filme é uma verdadeira bazófia do princípio ao fim. a sala estava cheia de pessoas mais velhas, nos seus 40-60 anos. talvez a prepararem-se para futuras surpresas por parte das filhas e filhos, quem sabe…?
a minha parte preferida foi quando os pais conhecem o noivo africano e parece que vão ter um AVC. a filha não tem coragem de dizer nada e ele vira-se para ela e diz: “nunca me disseste que os teus pais eram brancos.”. achei que a sala vinha abaixo.

se quiserem um conselho sobre um bom fime a ver nos cinemas portugueses, a minha sugestão é esta: “Que mal fiz eu a Deus?” fui vê-lo com a minha mãe e irmã e chorámos de tanto rir. nós e todas as outras pessoas da sala.

a história é simples: um casal francês conservador e tradicional, Claude e Marie, têm 4 filhas. 3 delas casam-se com homens que, segundo a visão dos pais, não são os genros ideais. porquê? simples: um é um advogado de origem argelina (alcunha familiar: Arafat), outro é um empresário judeu (aka, Rabi) e outro é um gestor financeiro de origem chinesa (o “Jackie Chan”).
por muito que se esforcem, não se conseguem esconder o desconforto que sentem pelo facto de as filhas terem casado com homens tão “modernos e irreverentes” (leia-se, que vão contra os seus preconceitos conservadores).
toda a sua esperança está na filha mais nova, ainda solteira. até que anuncia que se vai casar. o noivo é católico, tem trabalho, está muito ligado à família, a família deve também é muito católica e gostam muito de tradição… parece o genro ideal, até que o conhecem e descobrem que ele é africano.
a “família Benetton”, como os vizinhos lhes chamam decide sabotar o casamento da irmã, com a ajuda do pai do noivo, que também não aprova o casamento do filho com uma branca. se as coisas já não iam bem, então ainda ficam piores.
com imensas piadas sobre famílias modernas, religião, expectativas, multiculturalismo e preconceitos sociais, o filme é uma verdadeira bazófia do princípio ao fim. 
a sala estava cheia de pessoas mais velhas, nos seus 40-60 anos. talvez a prepararem-se para futuras surpresas por parte das filhas e filhos, quem sabe…?

a minha parte preferida foi quando os pais conhecem o noivo africano e parece que vão ter um AVC. a filha não tem coragem de dizer nada e ele vira-se para ela e diz: “nunca me disseste que os teus pais eram brancos.”. achei que a sala vinha abaixo.

com agosto a chegar ao fim, e para os menos entusiasmados em regressar ao trabalho, que tal uma desk makeover? não sei se isso existe mesmo ou não, mas é mais do que uma desculpa para ir às compras, incentivar o comércio português e comprar algumas coisinhas para alegrar a nossa secretária.

quer seja no local de trabalho ou em casa, uma renovação de ares é sempre bem vinda. tal como se faz uma limpeza aos armários na primavera e durantes as “meia estação”, acho que uma desk makeover pode servir para ajudar a começar o novo ciclo de trabalho em grande.

aqui ficam pequenas sugestões de como podem alegrar a vossa secretária.

que tal começar com o básico: escrever. para além do computador ou tablet, um caderno e caneta são um ótimo instrumento de escrita. se preferirem escrever com um lápis, mais vale que seja um 2-em-1: tal como nos tempos de escolha, com a tabuada.

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para não esforçarem os olhos, não se esqueçam de iluminar bem o voso espaço de trabalho. quer seja co um candeeiro mais clássico (um clássico numa passa de moda) ou um mais moderno, não se deixem ficar no escuro. e para não deixar nada cair, juntem um aparador de livros. esta peça discreta é da novíssima coleção de cada da H&M. teremos de esperar até dia 10 de setembro para o comprar, mas vale a pena.

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mas não vão trabalhar de estômago vazio. não se esqueçam das vossas lanheiras com comidinha caseira. nada de gastar dinheiro em almoços fora. assim, conseguem controlar a forma como é cozinhado, as porções e sabem que é algo bom. só vantagéns, certo?image

e não se esqueçam de se manterem hidratados. com água, sumos, para cafés ou chás, estes copos reutilizável estão mais do que na moda. e o de vidro tem uma banda de edição limitada feita com cortiça portuguesa.

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para terminar, alegre também a parede ao vosso lado. um quadro, uma impressão, uma serigrafia… existem vários sites, nacionais e estrangeiros, com temas variados. à escolha existem temas sérios, citações, imagens, pinturas, impressões sérias…ou não.

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espero que não fiquem muito desanimados com o regresso ao trabalho. ainda por cima porque eu vou de férias! sim, quando a maior parte das pessoas começa o trabalho, eu vou 3 semaninhas de férias. é possível que hiberne.

já comprei o meu creme de rosto com protetor solar e baton. ufa!

escolhi o creme “Ultra Light Daily UV Defense SPF 50 PA+++” da Kiehl’s. é um creme leve, não gordoroso para aplicar “após o regime de limpeza e cuidado facial regular”. ou seja, limpo a cara com os meus produtos do costume, ponho o meu creme de cara normal e depois este. bastam 2 gotinhas de creme para a cara toda. em menos de 1 minutos foi totalmente absorvido.

estive a ver os preços de várias marcas - The Body Shop, Kiehl’s, Clarin, Benefit, Bioderma - e rondavam todos os mesmos 27-30 €. o da Kiehl’s custou 29 €, o que considero ser uma boa compra. ah, e é um “creme urbano”, ou seja, não deve ser utilizado como protetor solar ou substituto de protetor solar. é, sim, um creme para rosto.

durante a semana, não estou exposta ao sol (esta soou mal…), mas no fim de semana gosto de passear e convém proteger esta carinha laroca. durante os dias de semana, em que são casa-trabalho-casa e não estou na rua, não preciso.

para os lábios, escolhi o habitual baton vitamina E SPF 15 da The Body Shop. é o que costumo utilizar diaramente, mesmo no inverno. coloco-o de manhã e aguenta até bem meio da tarde. custou 6€ e dura perto de 6 meses. o tubinho, não a aplicação.

pronto, assim fico mais descansada.

eu não fui a única pessoa que ficou chocada com este vídeo, certo?

para os mais alheios, "How the Sun Sees You" é um vídeo de Thomas Leveritt com pouco mais de 3 minutos mas que deixam um impacto durante mais do que a sua duração.

vi-o na página de facebook do jornal Público e minutos depois no da revista Lux Woman e só me apetceu correr até à Wells e barrar-me com protetor solar.

o vídeo mostra a várias pessoas como é que elas eram vistas com uma câmara ultravioleta. a rapariga acima, por exemplo, parece ter sardas. mas não se enganem, não são sardas, mas sim manchas na pele invisíveis a olho nú! manchas!

muitas ficaram chocadas quando se viram na câmara - mostra a imagem a preto e branco - e muitas delas tinham efeitos “visíveis” de estragos na pele causados pelo sol. digo “visíveis” pois apenas são visíveis na câmara ultravioleta.

vê-se manchas na pele, orelhas (sim, pai, ainda ponho creme nas orelhas e pescoço, na nuca…) em peles que, a olho nu, são lisinhas, branquinhas, rosadas, sem borbulhas ou sardas. a rapariga dos 00;40 min. por exemplo: tem uma pele branquinho, uniforme, não se vêem manchas ou descolorações, está um pouco rosada, mas na câmara de ultravioletas… BAM! montes de manchas na pele.

quando colocavam protetor solar - que protege dos raios UVA e UVB - a câmara mostrava a pele escura. ou seja, os raios solares não passavam para a pele. ou seja, a pele ficava protegida. ou seja, não ficava danificada. ou seja… acho que já perceberam onde quero chegar: o protetor solar protege a pele.

quando vi o vídeo só me apeteceu correr para a The Body Shop ou Kiehl’s do Chiado e comprar um creme para a cara e barrar-me nele até ficar branca de creme, tipo crianças inglesas de férias no algarve.

but saner minds prevailed. vi o site de algumas das minhas marcas preferidas e acabei por escolher a Kielh’s para o creme para a cara e a The Body Shop para o baton para os lábios com vitamina E e SFP15. o baton, uso o ano inteiro, agora o creme vai passar a ser utilização obrigatória. e como estamos no final de agosto, pode ser que exista um descontinho…

não posso deixar de não publicar este vídeo, pois impactou-me profundamente e penso que é da minha responsabilidade social chamar a atenção das outras pessoas para possíveis perigos invisíveis.

não se esqueçam… BARREM-SE DE CREME!